Caso você tenha dúvida, eu respondo-lhe que, sim, por enquanto, o multiplayer de Battlefield 6 lhe faz ser um ótimo jogo de tiro em primeira pessoa. Convém pontuar que Battlefield 6, em especial quando comparado a outros jogos aclamados da franquia, como, por exemplo, Battlefield: Bad Company 2 (2010), Battlefield 1 (2016), Battlefield 3 (2011) e Battlefield 4 (2013), traz a qualidade gráfica, jogabilidade e prazer de jogar um jogo com "Battlefield" em seu nome. Contudo, penso eu que, infelizmente, Battlefield 6 é inferior aos jogos antes citados. Afinal, certos pontos de jogabilidade, movimentação, trocação de tiros, dinâmica dos modos de jogo e dos mapas, em dias atuais, é bem diferente daqueles de anos e anos atrás em qualquer jogo de tiro em primeira. E eu compreendo a dificuldade de trazê-los exatamente como eram em um jogo novo sem que isso diminua a atração de novos jogadores para a franquia — com Battlefield não é diferente da mesma forma que, a meu ver, Call of Duty há anos não é tão bom quanto um dia já foi, e Counter-Strike 2 é inferior ao CS:GO. Em relação ao modo história, por ora, eu nada posso opinar por não tê-lo jogado. Porém, posso acrescentar que as críticas da mídia não foram muito favoráveis por que a narrativa é previsível e com duração de 5 a 6 horas de jogatina, além de animações corporais e faciais medianas, tornando-a não memorável mesmo que seja empolgante para alguns jogadores. Uma pena! Portanto, a boa experiência ao jogar Battlefield 6 se resume ao seu modo multijogador, como sempre foi característico desta franquia de jogos. [b] De zero a dez, eu pontuo nota 8 em favor de Battlefield 6! [/b] Isso porque, este não é o exato novo jogo de Battlefield que os fãs da franquia tanto queríamos, mas, sim, o que de melhor poderíamos ter para jogar após o fiasco de Battlefield 5 e 2042. Então, seja bem-vindo ao campo de batalha, soldado!
🧾 Reclamação - Sinceramente, o CS2 "Prime", está precisando de uma revisão urgente nesse sistema de rendição. É completamente frustrante jogar uma partida Prime onde um jogador do time kita ou cai, e a gente é obrigado a continuar até o final, com ou sem opção de se render, porque esse lixo simplesmente não funciona! Eu realmente queria entender… por que eu sou OBRIGADO a virar refém de uma partida 4x5 quando o cara do meu time resolve ir embora viver a vida? O homem fecha o jogo, some no mapa, e eu fico ali… jogando Sofrência 2. Isso acaba com o jogo, não tem graça nem sentido jogar um 4x5 (ou pior) contra um time completo, ainda mais quando o sistema nem tenta equilibrar ou dar opção de terminar a partida dignamente. Fica parecendo castigo, não competição. A Valve olha pra situação, dá um sorrisinho e fala: “Vai lá, campeão, mostra sua habilidade jogando 4x5 contra uma equipe de semideuses.” E lá vou eu, tomando bala de tudo quanto é lado, olhando o sistema de rendição decorativo pq só tá ali só pra enfeitar o HUD, tipo o botão do elevador que não serve pra nada. Sério, é mais fácil pedir demissão do emprego do que se render no CS2. É incrível: o sistema vê que alguém caiu, mostra a mensagem, faz todo o teatro, mas não deixa a gente se render. Não dá pra apertar “GG”, não dá pra pedir arrego, nada. É tipo estar num relacionamento tóxico com o servidor: “você vai ficar aqui até ser humilhado de todas as formas”. E o pior: o time inimigo tá feliz, dando 360 de AWP, digitando no chat "que ota? - free kill - ruim dms - baiter" etc... dançando com faca, e a gente só existe pra estatística. A Valve literalmente transformou o Prime num show chamado “Quem sofre mais antes da 13ª rodada”. A situação é ainda mais irritante porque: 1.O jogo detecta que alguém caiu, mas não permite rendição antes do limite de rodadas. 2.O matchmaking Prime, que deveria garantir partidas justas, não protege o jogador que fica em desvantagem. 3.A punição cai sobre quem ficou, a gente perde tempo, ranking e ainda passa raiva sendo amassado sem culpa nenhuma. CS2 prometeu ser evolução, mas em vários pontos parece retrocesso. Uma função básica como render-se quando o time está incompleto não devia ser um luxo, e sim uma necessidade. Ninguém quer ficar preso numa partida perdida só porque o sistema insiste em ignorar a realidade. O jogo podia ao menos perguntar: “Ei, vocês querem continuar essa humilhação ou preferem aceitar a derrota e ir viver a vida?” Mas não. Tem que ficar lá, aguentando o bot do time morrer com 3 segundos de round, o cara do microfone reclamando da economia e o outro plantando bomba no bomb errado. Enfim… é aquele jogo que te ensina resiliência na marra. Mas Valve, faz um favor pra humanidade: bota o botão de rendição quando alguém quita, antes que o Prime vire terapia em grupo. Por favor, revisem esse sistema.