O Épico do Counter-Strike: da Lan House ao Multiverso Digital 💣 Ah, Counter-Strike... começou lá em 1999, como um modzinho do Half-Life, e acabou virando a religião não oficial das lan houses brasileiras. Milhões de adolescentes gritando “RUSHA B!” enquanto um primo gritava “TEM UM CAMPANDO NO FUNIL!”. Com o tempo, evoluiu: saiu do CS 1.6 com suas granadas quadradas e vozes robóticas, passou pelo Source (que ninguém sabia se amava ou odiava), chegou ao Global Offensive, onde todo mundo virou “investidor de skins” e aprendeu economia mais rápido que em qualquer curso. E agora, com o afun, a Valve decidiu mostrar que até a fumaça tem física — e que a granada é mais inteligente que muito jogador de matchmaking. No fim das contas, CS é mais que um jogo: é uma tradição, uma terapia, um grito de guerra entre amigos que ainda acreditam que, um dia, o servidor vai estar limpo de hackers. 🙏😂 Vida longa ao CS! Porque nenhuma bomba plantada no “B” jamais explodiu tanto quanto o nosso amor por esse clássico. 💥
Mano, o CS2 veio todo torto no começo — hit reg bugado, servidor parecendo rodar numa torradeira de padaria, smoke com vida própria, e a Valve cagando pra feedback como sempre. O matchmaking parecia roleta russa, e até hoje tem uns sons que brotam do além, do nada. Os caras lançaram o jogo com cheiro de beta disfarçado, fi. MAS... não dá pra negar: aos poucos o bagulho tá pegando forma. A gameplay tá começando a ficar redonda, as atualizações tão vindo mais constantes, e o feeling tá voltando. No fim das contas, é CS — a gente xinga, reclama, desinstala... e no dia seguinte tá jogando de novo. A real é essa: tá ficando brabo. Só falta a Valve lembrar que comunidade existe.