Eu admito, sou um otário. Todo ano eu pago caro nessa porcaria da EA Sports achando que “dessa vez vai melhorar”. Todo ano eu me frustro, xingo, desinstalo e juro que nunca mais caio nessa. Mas aí vem o EAFC 26. Eu comprei sem esperança, sem expectativa, só por costume mesmo. E pra minha surpresa... os caras enfim acertaram. O jogo tá bom. Sim, é estranho dizer isso depois de anos de trauma, mas é verdade. A jogabilidade tá fluida, os passes fazem sentido, os dribles não parecem feitos por um boneco com Parkinson e o goleiro finalmente parece entender o conceito de defender. Depois de anos lançando jogos horríveis, a EA Sports finalmente entregou algo decente. Parabéns, EA. Não pelo jogo, mas por ter me feito sentir idiota e feliz ao mesmo tempo. Nos vemos no EAFC 27, onde serei trouxa novamente.
Em meio à diversidade de um jogo contemporâneo, encontramos uma verdadeira obra de arte moderna. Entre os protagonistas, há desde o argentino com opiniões duvidosas, o peruano que parece ter feito amizade com o crack, até o inigualável personagem da 'bayblade humana'. Cada elemento contribui para uma experiência única e imprevisível, transformando o jogo em um verdadeiro espetáculo de diversidade e criatividade. Quem poderia imaginar que um ambiente virtual poderia abrigar tantas peculiaridades e surpresas?