Um ponto positivo são os efeitos visuais das missões. O cenário de guerra, as explosões e as batalhas são de arrepiar. Em várias fases, inclusive, o personagem pode escolher qual será a abordagem tática utilizada para atacar os inimigos. Seja com infiltração furtiva, seja na famosa “louca”, vai do critério de quem estiver com o controle nas mãos. A grande novidade do tão amado multiplayer é o retorno do sistema de Classes clássico – Assault, Engineer, Support e Recon – cada uma com seu papel bem definido. A jogabilidade é focada na cooperação de esquadrão, incentivando o trabalho em equipe para vencer o objetivo e não pensando, somente, nas mortes individuais conquistas pelos players.
Como jogador, vejo o CS2 como um grande salto para a franquia: gráficos muito mais realistas, mapas detalhados, jogabilidade fluida e um sistema de fumaça que mudou totalmente a estratégia do jogo. A manutenção das skins também foi um ponto muito positivo, mostrando cuidado com a comunidade. No entanto, o anti-cheat ainda é um ponto fraco. Apesar das melhorias prometidas, ainda é comum encontrar hackers em partidas, o que atrapalha bastante a experiência competitiva. No geral, o CS2 é um jogo incrível e moderno, mas a Valve precisa dar mais atenção ao sistema de segurança para garantir a qualidade que os jogadores merecem.