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K1ngvas
1.5 de 5 estrelas
Compra verificada
jogo cagado defps
podre, desbalanceado e pay to win
Esse jogo me deixou, gordo, estressado, punheteiro e com insonia.
MT foda, quando nasci ja estava jogando isso no global
Willian Silva
2.8 de 5 estrelas
Compra verificada
Há jogos que a gente joga. E há jogos que nos marcam para sempre. Battlefield sempre foi esse segundo tipo pra mim. Não era apenas um jogo de guerra — era um lugar onde eu e meu filho, o Leo, nos encontrávamos. Ele era o “Mighty”, o parceiro que sempre me chamava pra mais uma partida, o garoto que ria quando eu errava o tiro, e vibrava quando a gente vencia uma rodada apertada. Ali, entre explosões e risadas, pai e filho estavam lado a lado. Não importava o mapa, a missão, o placar — o que importava era estarmos juntos. O tempo passou, a vida mudou… E hoje, ao jogar Battlefield 6, senti algo que há muito tempo não sentia: como se o Leo estivesse ali comigo, mais uma vez. Quando o jogo começou e o som dos helicópteros ecoou, meu coração acelerou como antes. Cada detalhe — o vento batendo nos destroços, o brilho das explosões refletindo na água, a imersão total — me fez lembrar dele. E, por um instante, tudo parecia igual aos velhos tempos. Battlefield 6 é mais que um jogo incrível. É uma experiência que toca quem já viveu algo real dentro desses mundos digitais. O novo sistema de classes é impecável, os gráficos são absurdamente lindos, e o desempenho está fluido, estável, vivo. Mas o que realmente me pegou não foi a tecnologia. Foi a emoção. Foi a sensação de estar de volta a um lugar onde deixei parte de mim — e onde reencontrei o Leo, nem que por alguns segundos. Pra muitos, é só mais um Battlefield. Pra mim, é um abraço de volta. É um lembrete de que a conexão que criamos através dos games nunca morre. Que o amor atravessa até mesmo os cabos, as telas, os anos. Obrigado, DICE. Obrigado por me devolver esse sentimento. Por me lembrar que, de alguma forma, o Mighty ainda está jogando ao meu lado. 10/10 — Pela guerra, pela saudade, pela eternidade. There are games we play. And there are games that become a part of who we are. For me, Battlefield was always the latter. It wasn’t just a war game — it was a place where I met my son, Leo. He was “Mighty” — my partner in chaos, the one who laughed when I missed a shot and shouted “Let’s go!” when we captured a flag together. Some fathers and sons go fishing or play soccer. We went to war together — side by side, on digital battlefields filled with explosions, laughter, and teamwork. Time passed. Life changed. And today, when I loaded up Battlefield 6, I felt something I hadn’t felt in years: as if Leo was right there with me again. When the match began and I heard the sound of choppers cutting through the sky, my heart raced just like it used to. Every detail — the wind sweeping across the ruins, the reflections on the water, the chaos that somehow feels alive — it all brought him back to me. For a brief, precious moment, it felt like the old days again. Battlefield 6 isn’t just an amazing game. It’s an experience that touches those of us who once found real connections in these virtual worlds. The new class system is brilliant, the graphics stunning, the performance smooth and flawless. But what truly moved me wasn’t the technology. It was the emotion. It was the feeling of returning to a place where part of my heart still lives — and finding Leo there, waiting for me, controller in hand. For many, it’s just another Battlefield. For me, it’s a reunion. A reminder that the bonds we create through games never really die — that love travels beyond screens, beyond time, beyond life itself. Thank you, DICE. For bringing back not just the war… but the memories. For reminding me that, somehow, Mighty is still out there — playing right beside me. 10/10 — For the battle, for the love, for eternity.
E os gurii PAEE!!
bacama
Muito bom, mas acho que em relação a drop poderia melhorar principalmente para quem ta chegando agora no jogo
SYMB GANGSx
3.7 de 5 estrelas
Compra verificada
Jogo melhorou muito do 25 para o 26. Pra mim sendo uns dos melhores fifas da historia
tirando o fator tickrate, anticheat e responsividade/animações que deixam a desejar por enquanto facilmente em poucos anos/meses, caso a dona Valve queira, vai se tornar o melhor e maior FPS já feito na história da indústria, já superou seu antecessor CS:GO, porém ainda falta alguns ajustes e polimentos finais. CS:GO demorou quase uma década para ter seu ápice totalmente explorado e ser "O FPS perfeito", CS2 está dando seus primeiros passos e já superou e muito tudo que o CS:GO já foi e representava, levando seu legado a frente - porém ainda tem muito trabalho a frente pros desenvolvedores... quer competitividade pé no chão? jogue CS
Retiraram o Remote play.
>Jogo de escolhas e Point and Click se passa em universo com heróis nunca vistos antes; >Jogo dividido em episódios, como os jogos da Telltale Games; >Gerencie uma equipe de ex-vilões em reabilitação; >Lembra muito Invencível em alguns aspectos; >Trilha sonora boa; >História e personagens cativantes; Na boa, eu não ficava pilhado por um jogo assim desde a era de ouro da Telltale Games quando lançou The Walking Dead e Wolf Among Us. Ansioso pelos próximos episódios!