Pior jogo de todos, um caça níqueis disfarçado de FPS. Onde a valve dita o valor do mercado, e se quiser, pode quebrar o preço das skins a qualquer momento. O jogo é mal otimizado, tem servidores horríveis e cheaters a rodo, o anticheat é uma bosta que não bane nenhum hacker e a empresa lucra cada vez mais, enquanto os jogadores se satisfazem cada vez menos. Não me surpreenderia se em algumas semanas o número de jogadores despencasse depois do que foi feito. Arruinaram um jogo de decadas, e provavelmente a vida de diversas pessoas que fez do hobbie uma fonte de renda.
⭐⭐⭐⭐⭐ (5/5 – Explosões com cheiro de vitória e pólvora digital) Sinceramente é o BF que a franquia precisava pra levantar da cama depois de uns anos meio “dor na lombar”. A gameplay tá viciante — nada mais satisfatório do que dar aquele one tap de AWP num pobre coitado a 300 metros e ver o corpo voando como se tivesse esquecido de pagar o IPTU. Os gráficos estão tão bonitos que às vezes eu paro de atirar só pra apreciar o mapa (antes de ser atropelado por um tanque, claro). E o som das explosões? Mano... parece que o vizinho tá soltando rojão dentro da sua casa — cada destruição é um espetáculo digno de Michael Bay. O melhor de tudo é que o jogo supera as expectativas. Você entra achando que vai jogar “mais um BF”, e sai achando que precisa de fones novos porque o helicóptero passou rente demais. Battlefield 6 é tipo aquele ex que volta dizendo que mudou — e dessa vez realmente mudou.