Counter-Strike é um dos jogos mais marcantes da história dos FPS e continua sendo incrível mesmo depois de tantos anos. A sensação de jogar é única: cada partida traz aquele misto de adrenalina, estratégia e trabalho em equipe que poucos jogos conseguem oferecer. O equilíbrio entre habilidade individual e cooperação é o que torna o jogo tão viciante. Não é só sobre mirar bem — é sobre pensar rápido, se comunicar com o time e tomar decisões inteligentes em segundos. Cada round conta, e a tensão até o último segundo é viciante. Outro ponto positivo é a longevidade: mesmo após centenas (ou milhares) de horas, o jogo ainda consegue ser divertido. Sempre há algo novo para aprender, seja em táticas, mapas ou simplesmente em melhorar suas próprias habilidades. Além disso, a comunidade é imensa e ativa, o que garante sempre partidas rápidas e competitivas. E claro, o cenário competitivo é uma atração à parte, servindo como inspiração para qualquer jogador. Counter-Strike é um clássico absoluto, um jogo que consegue ser simples e profundo ao mesmo tempo. Perfeito para quem gosta de desafio, competição e muita emoção. Nota: 10/10 — um verdadeiro ícone dos games.
Eu estava no trabalho, abri a Steam e me deparei com esse game — comprei literalmente na hora. Vamos lá: até agora, os personagens são cativantes, gostei bastante. Estou curtindo muito a narrativa, todos os personagens são muito bem construídos. Só tem um que já odiei, e quem jogar até o final vai saber exatamente de quem estou falando. Agora, vamos lá: acredito que a empresa que criou esse jogo não seja a Amazon Prime nem a Netflix pra ficar liberando os capitulos picotados. Cara, é meio frustrante pagar preço cheio num jogo e ele não vir completo. Fora isso, até o momento está perfeito — e se continuar assim do início ao fim, vai ser o melhor game interativo que joguei este ano