A sua relevância é atestada pela frequência com que aparece em estudos de caso e em fóruns especializados, onde são compartilhadas experiências práticas—tanto de sucesso quanto de desafios encontrados.
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Raijin
1.3 de 5 estrelas
Compra verificada
Absolute CINEMA!
kkkkkkkk
very nice
Péssimo
Daieri
2.8 de 5 estrelas
Compra verificada
Jogo bão
[h1]Battlefield 6 — A volta do caos organizado[/h1] Battlefield 6 chega parecendo aquele velho amigo que sumiu por uns anos, aprendeu umas coisas novas, mas ainda é o mesmo de sempre. O jogo resgata o que fez a franquia ser o que é: combates massivos, destruição bem dosada e as boas e velhas classes de sempre, Assalto, Suporte, Engenharia e Reconhecimento. Cada uma com sua função clara, nada de especialistas superestilosos com poderes mágicos e personalidades de influencer. É Battlefield com cara de Battlefield. Os combates estão mais intensos e fluidos. A movimentação ganhou naturalidade, o pulo com mergulho, o apoio da arma e a forma como o personagem responde ao ambiente deixam tudo mais orgânico. O “time to kill” é curto, então reflexo conta, e muito. Quem gosta de mapa fechado e ação frenética vai se sentir em casa. (Mas ainda sinto falta dos mapas clássicos e uns mapas mais abertos...) A destruição está no ponto certo. As estruturas cedem, pedaços de parede voam, e cada explosão tem impacto visual e sonoro digno da série. É um espetáculo sem virar o caos total de Battlefield 4. As explosões e os efeitos sonoros estão entre os melhores da franquia, aquele momento em que tudo desaba e você sente a vibração da tela, é puro Battlefield. Falando em som e visual, o jogo é bonito demais. Animações fluídas, texturas detalhadas e um som que te coloca dentro do combate. E o melhor: bem otimizado. Mesmo em setups medianos, o desempenho é sólido, coisa que, sinceramente, faz diferença. Eu até gostei de Battlefield 2042. Tinha ideias boas, mas o jogo se perdeu em conexões ruins, delays e decisões estranhas. Foi frustrante ver algo com tanto potencial travar no básico. Agora, o Battlefield 6 acerta onde 2042 tropeçou. Tudo flui melhor, e o foco voltou para o que importa: trabalho em equipe, trocação intensa e mapas bem pensados. Não é uma revolução, e nem tenta ser. É o clássico Battlefield feito do jeito certo. As novas mecânicas, como o sistema de attachments mais intuitivo e o ritmo ágil das partidas, deixam o jogo moderno sem perder a essência. Nada de skin neon ou especialista com frase pronta; aqui, o destaque é a jogabilidade crua e o campo de batalha dinâmico. A campanha cumpre o papel de introduzir o universo, mas é curta e segura. Serve mais como aquecimento para o multiplayer do que algo memorável. Praticamente um tutorial para você entender o básico do jogo e sentir o que vem por ai. O preço é salgado, sem dúvida, mas o suporte contínuo e o conteúdo gratuito prometido amenizam um pouco. Ao menos é o que a gente acredita. No fim, Battlefield 6 é aquele retorno ao básico que dá gosto de jogar. Não reinventa, não arrisca, mas entrega o que deveria. Depois de tantos tropeços da EA tentando reinventar a roda, às vezes o que a gente quer mesmo é só ver o tanque explodindo do nosso lado e ouvir aquele som inconfundível do caos organizado. Se curtiu, compra ai e te vejo na minha mira...
2 meses e alguns dias perdidos da minha vida nao facam isso.
Obrigado, Gaijin, por criar um jogo com uma tech tree que exige quantidades exageradas de XP por avião, praticamente te forçando, indiretamente, a querer comprar premium para upar mais rápido. Que te faz gastar quilos de horas para pegar um avião que você gosta na vida real, ter uma carga de dopamina rápida, porque top tier dura 5 minutos de partida. Se for jogar pra fazer CAS, nem tente amigo, pois essa empresa anula coisas broken com outra coisa broken. Dito isso recomendo, jogar com amigos — é divertido. E se você não levar o jogo tão a sério, dá pra se divertir até. Ah, e Gaijin, eu te perdoo por puxar o saco da Rússia.
E O COUNTERS E N TEM JEITO
TUDO
Tem que separar o servidore. ter um servidor brasileiro e um com o resto da america da sul